Em um sábado ensolarado, durante as entrevistas com startups no Web Summit Rio, fui questionada
sobre o potencial do Brasil em se tornar um centro tecnológico global, capaz de gerar negócios
inovadores e exportar soluções para o mundo. A icônica praia de Copacabana serviu de pano de
fundo, com seu imponente letreiro anunciando o maior evento de tecnologia do mundo em sua
edição nas Américas.
Por que o Brasil pode ser um expoente global em tecnologia? A resposta reside em três pilares
fundamentais:
- Inovação científica: nossos centros de pesquisa e universidades são celeiros de produção
científica, cujas descobertas pioneiras antecedem em décadas tecnologias que hoje são adotadas
globalmente.
- Adoção tecnológica: a sociedade brasileira demonstra uma notável facilidade em incorporar
novas tecnologias. Exemplos notáveis incluem a liderança no banco digital, a ampla utilização de
redes sociais e a implementação do voto eletrônico.
- Eventos de calibre internacional: o Brasil é palco de eventos de tecnologia de renome mundial,
que ocorrem de norte a sul do país, evidenciando a prontidão das empresas e startups brasileiras em
oferecer o que há de melhor no setor.
Esses eventos não apenas movimentam milhões na economia nacional, mas também projetam o
nome de nossas empresas no cenário internacional e contribuem para a criação de empregos de alta
qualidade.
Desafios e oportunidades: atualmente, é um desafio para as equipes de marketing atuarem
simultaneamente em múltiplos eventos tecnológicos que ocorrem no mesmo período. Destaco, por
exemplo, a área de inteligência artificial, com dois eventos significativos nesta semana: o Web
Summit Rio, no Riocentro, com 40 mil participantes, e o tradicional RPA & AI, no Centro de
Convenções Frei Caneca em São Paulo, com cerca de 5 mil visitantes.
Lab245, uma estratégia de presença dupla: para a Lab245, ignorar qualquer um desses eventos não
era uma opção. A empresa optou por uma estratégia de presença dupla, dividindo-se entre os dois
eventos com estandes e palestras em ambos, reforçando como o Brasil está repleto de
oportunidades únicas em TI e inovação.
Conclusão: que este seja o início de uma era de prosperidade para o Brasil, cada vez mais
reconhecido como um polo de geração de tecnologia para o mundo.
Maria Luiza Reis
Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria. Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria.