Nesta semana, eu, Cezar Taurion e Robert Janssen iremos gravar um podcast sobre as tendências de inteligência artificial para 2025.
Tendências não são exatamente previsões, são pesquisas feitas junto aos executivos do setor de TI sobre as tecnologias que tem projetos para 2025. É mais simples e compromete menos.
Mas o exercício de previsão é muito importante e desperta o interesse dos fabricantes de tecnologia que, a partir daí, vislumbram oportunidades de desenvolvimento.
No que tange à inteligência artificial, eu prevejo uma estrutura mais sofisticada e com menor consumo energético de GPUs do que temos hoje.
Comparando com o conceito da internet e do celular, que foram as últimas grandes transformações totalmente disruptivas que tivemos, o futuro da inteligência artificial trará um benefício universal totalmente disruptivo: a substituição de protocolos especialistas.
Um protocolo na ciência da computação é um conjunto de regras que permite a comunicação entre computadores, possibilitando a conexão e transferência de dados. Os protocolos funcionam como uma linguagem universal, compreendida por computadores de diferentes fabricantes e sistemas operacionais.
Os protocolos são fundamentais para as operações diárias na internet, como o acesso a sites, o download de arquivos, o envio e recebimento de e-mails dentre outras ações. Sem os protocolos, a comunicação em rede seria caótica e vulnerável a falhas e ataques.
Alguns exemplos de protocolos são:
Protocolo de Internet (IP)
HTTP (Hypertext Transfer Protocol)
Transferência de dados
Chamadas de APIs
Compatibilizar a comunicação de sistemas especialistas com outros é uma tarefa árdua em que é preciso converter as informações transmitidas em outra linguagem para que haja uma troca perfeita. No futuro, a inteligência artificial irá substituir os protocolos convertendo uma informação em outra sem a necessidade de ter uma pré programação do tipo De>Para.
Com essa capacidade, sistemas de todos os tempos serão capazes de trocar informações com outros, mantendo a integridade da informação, garantindo a segurança e a interoperabilidade.
Além da universalização da informação, o uso da IA na substituição de protocolos permitirá que modelos de inteligência artificial troquem informações sobre diferentes assuntos sem a necessidade de todo o processamento estar concentrado em um único datacenter.
Maria Luiza Reis
Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria. Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria.