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Startup Volund, que utiliza agente de IA como Chief of Staff para automatizar processos, explica como extrair o máximo potencial dessa tecnologia na condução do negócio
O papel da inteligência artificial nas organizações atingiu um novo patamar em 2026. Se antes a tecnologia atuava como um assistente de texto ou código, a ascensão da IA agêntica, ou seja, sistemas capazes de tomar decisões e executar fluxos completos, está redefinindo as cadeias de comando. E, de acordo com o estudo “Soluções Agênticas 2026”, realizado pela Blip, o mercado global deste segmento vai continuar crescendo. A previsão é que salte de US$ 7,9 bilhões em 2025 para US$ 196 bilhões até 2030, expansão superior a 25 vezes em apenas cinco anos.
A startup pernambucana Volund, fundada no início deste ano, já nasce com esta tecnologia no DNA. A empresa, que entrega projetos de software 15 vezes mais rápido que o mercado tradicional, aplica sua própria engenharia agêntica na operação interna. A função de Chief of Staff (Chefe de Gabinete) é ocupada pela Vitória, uma agente de IA que orquestra desde a alocação de recursos até o cumprimento de marcos estratégicos.
“A IA agêntica permite uma capacidade de síntese e execução gerencial sobre-humana. Delegar tarefas de alta gestão para esse tipo de tecnologia torna possível que os executivos tenham informações mais rapidamente na sua mesa para tomar decisões e mais tempo para se dedicar às atividades que exigem o olhar humano”, afirma Vinícius Guedes, CEO da Volund.
Com base na experiência da startup, veja abaixo 5 tarefas de alta gestão que as lideranças já podem (e devem) delegar para agentes de IA.
Para Levi Nóbrega, a mudança foca na recuperação do tempo estratégico. “O novo diferencial competitivo é saber instruir máquinas para gerenciar a complexidade operacional. Ao delegar a orquestração para um agente de IA, o gestor recupera aquilo que mais importa: o seu tempo”, finaliza o executivo.
Assessoria
Desenvolvido por: Leonardo Nascimento & Giuliano Saito