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Especialista alerta que homologações vão além de uma exigência regulatória e podem impactar diretamente em questões de desempenho e durabilidade dos aparelhos
A indústria elétrica e eletrônica encerrou 2025 com um faturamento de R$ 270,8 bilhões, segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abine). Ao todo, a entidade registrou um crescimento no mercado de 4% em comparação a 2024. Quando se fala em compras no segmento, é possível observar que fatores como preço, design e funcionalidades costumam pesar na decisão do consumidor. No entanto, um detalhe técnico ainda passa despercebido: as certificações técnicas e de segurança.
Na prática, essas homologações funcionam como uma validação de que aquele equipamento atende aos padrões exigidos para comercialização e funcionamento no Brasil, sendo obrigatórias para dispositivos que utilizam telecomunicação, conexão sem fio ou radiofrequência. “Entidades como a Anatel, por exemplo, não representam apenas exigências regulatórias, mas também processos que validam se o dispositivo realmente atende critérios mínimos de segurança e qualidade”, diz Richard Kenj, diretor comercial da Lity, marca de eletrônicos e acessórios compatíveis com dispositivos de última geração.
O executivo ainda afirma que os produtos certificados passam por testes relacionados à segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética, estabilidade de conexão e desempenho técnico, o que ajuda a garantir que o aparelho funcione sem interferências que possam comprometer a experiência de uso ou o funcionamento de outros dispositivos. “Entre os principais riscos da falta de certificação, podemos citar as falhas de funcionamento, instabilidade de conexão, incompatibilidade com outros aparelhos, superaquecimento e menor vida útil do produto”, explica o executivo.
O que observar antes de ir às compras
Para garantir escolhas mais seguras, alguns pontos devem ser considerados:
“Hoje, muitas pessoas ainda escolhem eletrônicos considerando apenas preço e funcionalidades, sem avaliar critérios de procedência do produto. Mas esse é um ponto que impacta diretamente a experiência do usuário, principalmente em um contexto em que a tecnologia está cada vez mais inserida no dia a dia das pessoas. É fundamental se manter atento”, conclui o diretor comercial.
Assessoria
Desenvolvido por: Leonardo Nascimento & Giuliano Saito