Como assim: "A nova era da IA será a da eficiência energética"?
Parece até que não tenho lido jornais ultimamente, pois só se fala que a inteligência artificial tem um potencial de consumo energético nunca visto antes. Na verdade, acredita-se que nos próximos anos, a eletricidade consumida por data centers será da ordem de 1 mil terawatts/hora, o equivalente ao consumo anual de Japão.
Então, se o consumo de eletricidade para alimentar a Inteligência Artificial é tão grande, por que a eficiência energética será a tendência para IA? Exatamente porque não será possível manter esse processo de gastos energético por muito tempo.
O mundo já passou por várias crises de energia e sabe como é difícil economizar e gerar a partir de novas fontes. As melhores soluções até então foram criar novas formas de usar o que usavam antes com menos consumo de energia.
Vamos para um exemplo que todos conhecem. A lâmpada de led. Na verdade, o princípio do led foi descoberto no século retrasado, mas a sua adoção na iluminação e nas telas de projeção revolucionaram o mundo há poucos anos.
Hoje em dia, o consumo de energia por causa da iluminação pública, de monumentos, das residências e empresas, não é um décimo do que era consumido pela iluminação tradicional.
Com esse ganho, foi possível iluminar mais e mais barato, desenvolvendo mercados que seriam inimagináveis antes, como iluminação por energia solar, por exemplo.
Não foi somente a energia solar que ficou mais acessível, o consumo também, dando oportunidade de uso da energia sustentável.
E o que a inteligência artificial tem a ver com isso? Com a revolução provocada pelo chatGPT, o mundo está fazendo um processamento desenfreado de informações sem preocupação com economia, mas certamente o próximo desafio é a eficiência.
A nova geração de algoritmos deve ter como foco a maior eficiência do processamento e, consequentemente, o gasto energético.
Cientistas e empresários já estão com olhares para esse assunto. É só esperar por uma segunda revolução.
Maria Luiza Reis
Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria. Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria.