De vez em quando, algum estudante me procura para saber como ingressar no setor de tecnologia. É fato que temos muitas oportunidades abertas e precisamos de gente capacitada para continuar a fortalecer os nossos ecossistemas. Mesmo quando o aluno já sabe que é nesta área que quer atuar, na hora de escolher para qual curso prestar vestibular fica difícil: são várias as graduações que permitem entrar nesse mercado.
Aqui, vou falar das áreas mais relacionadas à tecnologia mesmo. É que nosso setor absorve mão de obra de todos os cursos — precisamos de designers, contadores, tradutores, advogados, entre diversos outros profissionais. Eu mesmo sou administrador. Mas se você quer colocar a mão na massa e ajudar a desenvolver o produto, existem alguns cursos específicos.
Um dos mais tradicionais é Engenharia da Computação. Quem se forma nele, consegue projetar e construir computadores, equipamentos ligados à CPU — os chamados periféricos — e sistemas computacionais. Seu maior foco são hardwares, ou seja, componentes físicos da tecnologia.
Ciências da Computação é outro curso muito conhecido e já existe há mais de 40 anos no Brasil. É a principal graduação para quem quer aprender programação e se tornar um desenvolvedor. O bacharel dessa área trabalha na produção de programas de informática para computadores ou dispositivos móveis.
A graduação em Sistemas da Informação também está sendo cada vez mais procurada. Nela, há muito conteúdo relacionado a administração e gestão em tecnologia da informação. Quem opta por esse curso consegue administrar o fluxo dos dados que circulam por redes de computadores.
Ciência de Dados também é um curso que hoje está com uma procura gigante. Para pessoas que vão trabalhar com a análise dos dados em prol de soluções e previsibilidade.
Existem ainda alguns outros, normalmente oferecidos na modalidade superior tecnológico, como Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão em Tecnologia da Informação. E se você ainda está na dúvida se é isso mesmo que quer, há vários cursos livres na área de programação que podem abrir as portas para o setor tecnológico.
O que eu posso garantir é: se você escolher a área de tecnologia e fizer o seu melhor, dificilmente ficará desempregado. Nossas empresas estão com centenas de vagas abertas e é muito difícil encontrar pessoas qualificadas para preenchê-las. Nós precisamos de gente com vontade de fazer mais e melhor para deixar o futuro, que com certeza dependerá muito da tecnologia, em boas mãos.
Maria Luiza Reis
Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria. Maria Luiza Reis é uma engenheira mecânica e PhD em Engenharia Nuclear, cuja carreira em tecnologia começou cedo e se destacou por sua contribuição inovadora em diversas áreas. Com 28 anos, Maria já foi pesquisadora visitante na Université Blaise-Pascal, na França, onde desenvolveu pesquisas significativas em processamento de sinais, algoritmos para tomografia computadorizada e visão artificial. Sua expertise também foi reconhecida na Optika Imaging Systems, onde atuou como consultora em projetos de ECM e BPM.
Em 1996, Maria fundou a Lab245, onde liderou uma equipe de desenvolvedores na criação do Folder245, uma tecnologia web pioneira para document imaging e workflow. Além disso, é responsável pela inovadora plataforma de inteligência artificial Magali Robot, lançada em 2017. Como co-fundadora da startup de saúde MyHealth245 e da Maps245 de Geo Analytics, ela continua a expandir seu impacto no mundo da tecnologia.
Reconhecida como autora de artigos em revistas internacionais e palestrante sobre inteligência artificial e automação de processos, Maria Luiza Reis também tem um papel ativo na liderança e educação tecnológica, servindo como presidente da Assespro-RJ, atual VP de Educação da Federação Assespro e Conselheira da ABES software. Sua trajetória é um exemplo de como uma paixão pela tecnologia pode levar a realizações notáveis e uma influência significativa na indústria.